Conferencia

Podemos curar o autismo? Do desenlace clínico à intervenção

M. Alessandri, D. Thorp, P. Mundy, R.F. Tuchman [REV NEUROL 2005;40 (Supl. 1):S131-S0] PMID: 15736076 DOI: https://doi.org/10.33588/rn.40S01.2004648 OPEN ACCESS
Volumen 40 | Número S01 | Nº de lecturas del artículo 6.201 | Nº de descargas del PDF 2.229 | Fecha de publicación del artículo 15/01/2005
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RESUMEN Artículo en español English version
O desenlace clínico no autismo varia, mas existe uma tendência significativa direccionada para um prognóstico desfavorável e, embora tenha sido dito que o desenlace dos doentes com autismo pode obter uma melhoria como consequência da realização de intervenções intensivas precoces, todavia falta muito que aprender sobre a evolução natural e os efeitos das intervenções nas perturbações do espectro autista. Desenvolvimento. Se bem que o autismo não tenha cura conhecida, é verdade que existem várias opções terapêuticas. Os principais modelos de tratamento são intervenções não farmacológicas que incluem modelos de intervenção como a análise comportamental aplicada, a teoria do desenvolvimento e o ensino estruturado. O papel das intervenções farmacológicas limita-se ao tratamento de sintomas específicos que possam impedir a capacidade da criança para aprender ou funcionar bem num determinado meio. Conclusões. A questão de podermos curar o autismo ou não, deve ser considerada sobre a base da necessidade que existe de superar a alteração fundamental do autismo –da qual todavia se conhece muito pouco– e a necessidade de desenvolver protocolos terapêuticos dirigidos de maneira específica direccionada face às insuficiências sociais. Actualmente seria mais apropriado falar da nossa intenção de compreender o autismo antes de falar de uma cura. Palabras claveComportamentoEducaçãoFarmacologiaIntervenção CategoriasNeurología del Lenguaje y la ComunicaciónNeuropediatría
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