Revisión

Impacto económico da epilepsia

A. Pato-Pato, I. Cimas-Hernando, J.R. Lorenzo-González, F.J. Vadillo-Olmo [REV NEUROL 2004;39:450-453] PMID: 15378460 DOI: https://doi.org/10.33588/rn.3905.2004230 OPEN ACCESS
Volumen 39 | Número 05 | Nº de lecturas del artículo 6.130 | Nº de descargas del PDF 598 | Fecha de publicación del artículo 01/09/2004
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RESUMEN Artículo en español English version
Objectivo. Realizar uma revisão do impacto económico que se supõe estar associado a esta doença para que se possa conhecer o modo como afecta os indivíduos a sociedade, e os benefícios potenciais da sua prevenção e tratamento. Desenvolvimento. A Organização Mundial de Saúde e o Banco Mundial estimam que 90% dos custos que gera a epilepsia são produzidos nos países em vias de desenvolvimento. Contudo, na maioria dos países desenvolvidos, o impacto económico da doença fica parcialmente dissimulado para os doentes pela existência de um sistema de saúde financiado publicamente. Quanto ao gasto em produtos farmacêuticos em Espanha, o subgrupo formado pelos fármacos anti-epilépticos estimou 1,36% do gasto total durante o ano de 2001. Não obstante, a principal consequência económica para a maioria dos doentes é a limitação que sofrem na sua actividade laboral, que é inversamente proporcional ao grau de controlo das crises e sensivelmente maior que na população geral. Além disso, na epilepsia, não podemos esquecer os custos relacionados com as numerosas consequências psicológicas e sociais. Conclusões. Tal como o que ocorre noutras áreas da saúde, a forma de tratar a epilepsia depende em grande medida de factores económicos. É por estas razões que são necessários mais estudos que nos ajudem a compreender melhor o papel de a economia no âmbito sanitário. Palabras claveActividade laboralConsequências psicológicasEconomiaIndivíduoProdutos farmacêuticosSociedade CategoriasEpilepsias y síndromes epilépticos
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