Revisión

Os anti­oxidantes da dieta têm influência no risco de desenvolver doença de Parkinson?

F. J. Jiménez-Jiménez, L. Ayuso-Peralta, J.A. Molina, F. Cabrera-Valdivia DOI: https://doi.org/10.33588/rn.2908.99159 OPEN ACCESS
Volumen 29 | Número 08 | Nº de lecturas del artículo 5.023 | Nº de descargas del PDF 264 | Fecha de publicación del artículo 16/10/1999
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RESUMEN Artículo en español English version
Objectivo. Vários estudos sugerem a existência de ‘stress oxidativo’ na substância nigra de doentes parkinsónicos. Se realmente tiver um papel importante na patogenia, o consumo dietético de pró e anti­oxidantes poderia ter influência no risco de vir a ter doença de Parkinson (EP). Desenvolvimento. São revistos, de forma crítica, os estudos publicados até à data no que se refere ao consumo pré­mórbido de antioxidantes e pró­oxidantes na dieta de doentes com EP e controlos. A maioria destes estudos foram retrospectivos, não seguiram critérios uniformes quanto ao seu desenho e fornecem resultados contraditórios. Conclusão. É pouco provável que o consumo dietético de pró e anti­oxidantes, especialmente a vitamina E, que foi a mais estudada, tenha influência no risco de EP Palabras claveDoença de ParkinsonFactores de riscoPró-oxidantesStress oxidativo CategoriasNeurodegeneraciónNeuropsiquiatríaPatología vascularTrastornos del movimiento
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